
----- Original Message ----- From: Sent: 7:04 PM Subject: Última chamada para a grande Festa da Quebra de Maldições econômica.Você não vai poder faltar!!!!!Neste domingo a partir das 17:00hs FAREMOS EM NOSSA IGREJA UMA GRANDE FESTA DE QUEBRA DE MALDIÇÕES, PRINCIPALMENTE FINANCEIRA, GOSTARÍAMOS DE CONVIDAR O AMADO IRMÃO PRA MINISTRAR SOBRE QUEBRA DE MALDIÇÃO ECONÔMICA. O SENHOR ACEITA? PAZ E GRAÇA.
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MINHA RESPOSTA:
Queridos irmãos,
Desde já peço perdão se esta não é a resposta que os amados de mim esperam, é bem verdade que ultimamente longanimidade não tem sido uma constante em minha vida, outra maior ainda é que nesse assunto não consigo fugir das minhas convicções para agradar a quem quer que seja, nem aos irmãos, a quem amo de verdade, no amor de Cristo.
Explico: creio, com todas as forças de meu ser, que TODAS as maldições foram quebradas na CRUZ! Se ainda há maldições, então é porque Jesus e o Evangelho ainda não foram cridos e entendidos! Melhor então fazer um grande culto evangelístico, não acham?
Nesse caso, tô dentro!
Quem crê, está livre. Quem não crê inventa ou aceita essa “boa-cumba” para “livrar” o povo de uma “dependência”, mas termina criando outra tão maléfica quanto a primeira, e o que é pior, alguns com o fito escancarado de manter o povo sob oportuna dependência espiritual.
Fujam dessa armadilha!
Na Cruz TUDO foi consumado; e o Bem dessa Consumação é o caminho de fé do Evangelho, o qual limpa a mente, acaba com os medos, e dá à pessoa a certeza de que nada e nem ninguém podem separá-la do amor de Deus.
Gosto do que diz Provérbios 26: “Como o pássaro no seu vaguear, como a andorinha no seu voar, assim a maldição sem causa não encontra pouso.”
A causa para uma “maldição encontrar pouso” é a existência de um ninho de ódio ou de medo na alma do “amaldiçoado”.
Depois que me deixei encharcar com o conhecimento que flui inexorável de Rm 8, Col 2, Gl 3-4, como posso crê na existência de tal “poder maligno sobre os crentes”, o qual Paulo disse que já não existe para quem crê no Evangelho?
A crença na “quebra de maldição” acaba criando a introjeção[1] da maldição como medo, assim, os crentes ficam amaldiçoados pelo medo da maldição potencial que pode estar sobre eles.
De fato, não posso deixar de denunciar a existência de um “movimento” que está produzindo uma geração de gente doente, que fica cada dia mais doente caso não prossiga re-quebrando suas maldições, fazendo muitos líderes requebrarem de alegria ao verem seus cofres cada vez mais cheios ao fim de cada campanha!
Faço questão que vocês saibam o que eu penso sobre todos esses “ventos de doutrinas” que relativizavam a Cruz de Cristo, que tentam enfraquecer as conquistas da consciência na Graça, e que mantêm o povo em dependência do “pastor-sacerdote”.
Sim! Quero que vocês saibam que a partir do momento em que cri na Palavra tento pregá-la com clareza e retidão, daí recuso-me a aceitar “pacotes” que nada mais são do que as “novidades” que muitos usam para “concorrer” com os “novos produtos” de natureza “pseudo-doutrinária”, que sempre aparecem no “mercado evangélico” mas não passam de enganos travestidos de roupagens bíblicas.
Tenho plena convicção que vocês são conhecedores de que todo ensinamento Bíblico conduz ao entendimento que o homem é justificado pela fé em Cristo, sem as obras da lei e que para Paulo a tentativa de retornar à Lei faria relativizar qualquer que fosse a conquista da Cruz. Este retorno sim, para ele, era a verdadeira maldição.
Outro dia eu vi na televisão um “Bispo” dizendo: “Tem gente por aí que pensa que na Cruz todas as maldições já acabaram. Mas nããããoooo é bem assim não...”
De fato, ele sabe que sim; que todas as maldições estão quebradas na Cruz! Só não diz que é assim porque teme que sem “medo” o povo não lhe dê mais dinheiro ou que ele perca “poder”, influência e freqüência na “igreja”.
Quem pensar diferente que carregue sobre si o ônus do engano.
Sem grande dificuldade consigo perceber que o grande problema é que muitos tornaram-se “evangélicos” ou “cristãos”, mas não creram. Trocaram a Bíblia por “livrinhos de mandingas evangélicas”.
Além disso, o que existem de “pastores” e “cantores” que não querem se enxergar pois não suportariam sua própria auto-percepção.....teriam que se converter à Graça de Deus e renunciar a toda glória pessoal. Preferem, então, anestesiarem-se no engano.
Como se isso não bastasse, a “fé” virou há muito um “negócio” ou uma “profissão” para muitos deles.
Assim, sua grana, seu show e sua casa cheia, vêm da manutenção dessa verdadeira “indústria” do medo e da dependência estimulados sobre as alminhas ignorantes do povo.
Tais pessoas jamais serão livres!
Novas maldições serão inventadas!
Novas razões para a dependência serão criadas!
Novas “CASAS DE CUSTÓDIA” serão inauguradas e novos carcereiros ( “pastores”, “bispos”, “levitas”, “apóstolos”, “irmãos e irmãs de oração”, etc) serão instituídos (alguns por si mesmos)!
E a indústria de maldições continuará de vento em popa, tantos nos terreiros, quanto nesses lugares!
Perdoem-me se tal afirmação escandalizar os amados, mas muitas convocações de cultos e campanhas veiculadas nos meios de comunicação deveriam ter como saudação: axé ou saravá! E convocar não o povo de Deus, e sim os irmãos de medo, pavor, pânico, maldições, angustia, etc.
Amados, não percam tempo com essas mandingas, preguem e ensinem o Evangelho e todos os vícios mentais, psicológicos, culturais e espirituais das pessoas darão lugar à saúde interior; e, como conseqüência, a uma vida educada na justiça da fé; portanto, livre do medo e de seus próprios demônios, os quais são criados pelo próprio medo dos demônios.
Muitas vezes tenho vontade de sair pelas ruas, com um “paredão de som”, proclamando que quem venceu a morte é Quem nos abençoa com toda sorte de bênçãos espirituais nas regiões celestes, e Ele é o nosso Sumo-sacerdote, que está assentado, em nosso favor, sobre todo principado, potestade, e poder.
Portanto, obrigado pelo convite, mas não posso trair o Evangelho negando o que Jesus já fez; nem, em momento de maior devaneio, por mais tresloucado que fosse, me arriscaria a mergulhar na presunção de pensar que eu ou qualquer outro homem teria poder de quebrar o que somente Jesus poderia quebrar e já quebrou.
Mais uma vez peço-lhes perdão por essas letras que podem ser fortes, ou pelo tom que pode parecer ríspido, mas é a expressão mais sincera de uma alma que já não suporta mais tanta asneira alardeada em nome de Jesus.
Pra mim basta!
Eu quero ser apenas proclamador da Graça e conservo de meus irmãos!Ser apenas um crente que crê que Ele já se fez maldição em nosso lugar e que já rasgou todo escrito de dívida que havia contra nós.
Que tudo já está consumado!
Que não acredita que “ainda existe uma cruz”.
Perdoem-me, tô fora!! Ponto final!
Walter Lima
[1] Mecanismo psicológico pelo qual um indivíduo, inconscientemente, se apossa de um fato, ou de uma característica alheia, tornando-o(s) parte de si mesmo, ou volta contra si mesmo a hostilidade sentida por outrem. Conforme Dicionário Aurélio.
Queridos irmãos,
Desde já peço perdão se esta não é a resposta que os amados de mim esperam, é bem verdade que ultimamente longanimidade não tem sido uma constante em minha vida, outra maior ainda é que nesse assunto não consigo fugir das minhas convicções para agradar a quem quer que seja, nem aos irmãos, a quem amo de verdade, no amor de Cristo.
Explico: creio, com todas as forças de meu ser, que TODAS as maldições foram quebradas na CRUZ! Se ainda há maldições, então é porque Jesus e o Evangelho ainda não foram cridos e entendidos! Melhor então fazer um grande culto evangelístico, não acham?
Nesse caso, tô dentro!
Quem crê, está livre. Quem não crê inventa ou aceita essa “boa-cumba” para “livrar” o povo de uma “dependência”, mas termina criando outra tão maléfica quanto a primeira, e o que é pior, alguns com o fito escancarado de manter o povo sob oportuna dependência espiritual.
Fujam dessa armadilha!
Na Cruz TUDO foi consumado; e o Bem dessa Consumação é o caminho de fé do Evangelho, o qual limpa a mente, acaba com os medos, e dá à pessoa a certeza de que nada e nem ninguém podem separá-la do amor de Deus.
Gosto do que diz Provérbios 26: “Como o pássaro no seu vaguear, como a andorinha no seu voar, assim a maldição sem causa não encontra pouso.”
A causa para uma “maldição encontrar pouso” é a existência de um ninho de ódio ou de medo na alma do “amaldiçoado”.
Depois que me deixei encharcar com o conhecimento que flui inexorável de Rm 8, Col 2, Gl 3-4, como posso crê na existência de tal “poder maligno sobre os crentes”, o qual Paulo disse que já não existe para quem crê no Evangelho?
A crença na “quebra de maldição” acaba criando a introjeção[1] da maldição como medo, assim, os crentes ficam amaldiçoados pelo medo da maldição potencial que pode estar sobre eles.
De fato, não posso deixar de denunciar a existência de um “movimento” que está produzindo uma geração de gente doente, que fica cada dia mais doente caso não prossiga re-quebrando suas maldições, fazendo muitos líderes requebrarem de alegria ao verem seus cofres cada vez mais cheios ao fim de cada campanha!
Faço questão que vocês saibam o que eu penso sobre todos esses “ventos de doutrinas” que relativizavam a Cruz de Cristo, que tentam enfraquecer as conquistas da consciência na Graça, e que mantêm o povo em dependência do “pastor-sacerdote”.
Sim! Quero que vocês saibam que a partir do momento em que cri na Palavra tento pregá-la com clareza e retidão, daí recuso-me a aceitar “pacotes” que nada mais são do que as “novidades” que muitos usam para “concorrer” com os “novos produtos” de natureza “pseudo-doutrinária”, que sempre aparecem no “mercado evangélico” mas não passam de enganos travestidos de roupagens bíblicas.
Tenho plena convicção que vocês são conhecedores de que todo ensinamento Bíblico conduz ao entendimento que o homem é justificado pela fé em Cristo, sem as obras da lei e que para Paulo a tentativa de retornar à Lei faria relativizar qualquer que fosse a conquista da Cruz. Este retorno sim, para ele, era a verdadeira maldição.
Outro dia eu vi na televisão um “Bispo” dizendo: “Tem gente por aí que pensa que na Cruz todas as maldições já acabaram. Mas nããããoooo é bem assim não...”
De fato, ele sabe que sim; que todas as maldições estão quebradas na Cruz! Só não diz que é assim porque teme que sem “medo” o povo não lhe dê mais dinheiro ou que ele perca “poder”, influência e freqüência na “igreja”.
Quem pensar diferente que carregue sobre si o ônus do engano.
Sem grande dificuldade consigo perceber que o grande problema é que muitos tornaram-se “evangélicos” ou “cristãos”, mas não creram. Trocaram a Bíblia por “livrinhos de mandingas evangélicas”.
Além disso, o que existem de “pastores” e “cantores” que não querem se enxergar pois não suportariam sua própria auto-percepção.....teriam que se converter à Graça de Deus e renunciar a toda glória pessoal. Preferem, então, anestesiarem-se no engano.
Como se isso não bastasse, a “fé” virou há muito um “negócio” ou uma “profissão” para muitos deles.
Assim, sua grana, seu show e sua casa cheia, vêm da manutenção dessa verdadeira “indústria” do medo e da dependência estimulados sobre as alminhas ignorantes do povo.
Tais pessoas jamais serão livres!
Novas maldições serão inventadas!
Novas razões para a dependência serão criadas!
Novas “CASAS DE CUSTÓDIA” serão inauguradas e novos carcereiros ( “pastores”, “bispos”, “levitas”, “apóstolos”, “irmãos e irmãs de oração”, etc) serão instituídos (alguns por si mesmos)!
E a indústria de maldições continuará de vento em popa, tantos nos terreiros, quanto nesses lugares!
Perdoem-me se tal afirmação escandalizar os amados, mas muitas convocações de cultos e campanhas veiculadas nos meios de comunicação deveriam ter como saudação: axé ou saravá! E convocar não o povo de Deus, e sim os irmãos de medo, pavor, pânico, maldições, angustia, etc.
Amados, não percam tempo com essas mandingas, preguem e ensinem o Evangelho e todos os vícios mentais, psicológicos, culturais e espirituais das pessoas darão lugar à saúde interior; e, como conseqüência, a uma vida educada na justiça da fé; portanto, livre do medo e de seus próprios demônios, os quais são criados pelo próprio medo dos demônios.
Muitas vezes tenho vontade de sair pelas ruas, com um “paredão de som”, proclamando que quem venceu a morte é Quem nos abençoa com toda sorte de bênçãos espirituais nas regiões celestes, e Ele é o nosso Sumo-sacerdote, que está assentado, em nosso favor, sobre todo principado, potestade, e poder.
Portanto, obrigado pelo convite, mas não posso trair o Evangelho negando o que Jesus já fez; nem, em momento de maior devaneio, por mais tresloucado que fosse, me arriscaria a mergulhar na presunção de pensar que eu ou qualquer outro homem teria poder de quebrar o que somente Jesus poderia quebrar e já quebrou.
Mais uma vez peço-lhes perdão por essas letras que podem ser fortes, ou pelo tom que pode parecer ríspido, mas é a expressão mais sincera de uma alma que já não suporta mais tanta asneira alardeada em nome de Jesus.
Pra mim basta!
Eu quero ser apenas proclamador da Graça e conservo de meus irmãos!Ser apenas um crente que crê que Ele já se fez maldição em nosso lugar e que já rasgou todo escrito de dívida que havia contra nós.
Que tudo já está consumado!
Que não acredita que “ainda existe uma cruz”.
Perdoem-me, tô fora!! Ponto final!
Walter Lima
[1] Mecanismo psicológico pelo qual um indivíduo, inconscientemente, se apossa de um fato, ou de uma característica alheia, tornando-o(s) parte de si mesmo, ou volta contra si mesmo a hostilidade sentida por outrem. Conforme Dicionário Aurélio.